and this is the end, this is the end of the world
segunda-feira, 9 de maio de 2011 // 01:07
Aqui perto de onde moro tem uma locadora de DVDs que está fechando e, por isso, está vendendo o acervo bem barato. Fui lá, afogar minhas mágoas (futebolísticas, dentre outras) comprando DVDs. Não tinha nada muito interessante, os filmes que realmente queria ainda não estão à venda, mas comprei A Guerra dos Mundos, O Guia do Mochileiro das Galáxias, Desventuras em Série, A Intérprete e o que motivou o post, Fim dos Tempos.
Gosto bastante dos filmes do M. Night Shyamalan (Sinais, A Vila, A Dama Na Água), por isso comprei Fim dos Tempos (The Happening), só pelo nome dele na capa, realmente nem lembrava dele ter dirigido esse filme.A história é simples: um gás tóxico começa a se espalhar pelo leste dos Estados Unidos, fazendo com que quem é exposto a ele fique desorientado e acabe por se matar. O filme mostra como Elliot Moore (Mark Wahlberg), professor de Ciências, e as pessoas que o cercam, passam pelo tal evento. Assim como nos vários filmes de Shyamalan, o protagonista não é alguém que salva o mundo da catástrofe, é apenas uma das pessoas que se encontra naquela situação.
Enfim, comecei a ver, uns 15 minutos, achei interessante, mas tive que parar porque tinha outras coisas pra fazer. Quando voltei pra ver, estava bem curiosa pelo resto, mas fiquei um tanto decepcionada. A idéia até era boa, mas a execução deixou a desejar. Achei a atuação fraquinha e os diálogos eram meio bobos. E, olha, eu gosto muita da Zooey Deschanel, mas ela não convenceu nesse papel.
Logo percebi quem era o "vilão" soltando a tal toxina. Uma das características legais dos filmes do Shyamalan é esse negócio de ter tipo um mistério que não é bem um mistério e que, no fim, não é bem aquilo que se esperava. Fim dos Tempos não tem muito disso. É fácil deduzir o que está acontecendo e não demora muito pra uma personagem dar a dica, tirando um pouco da graça do negócio.
A única coisa que achei interessante mesmo na história é como realmente não havia o que se fazer pra escapar ou resolver o problema. Era ser sorteado pelas plantinhas ou não. Aliás, era meio de mau gosto como o negócio fazia as pessoas se suicidarem da forma mais dolorosa possível. Plantas sádicas!
Há partes que se salvam, a trama é interessante, mas, no geral, não é um filme dos melhores.
O próximo que vou ver será A Intérprete. Nicole Kidman, uma tradutora em apuros?
♫ Muse - Apocalypse Please ♫
Marcadores: filmes, fim dos tempos, m night shyamalan
nobody knows the way it's gonna be
quarta-feira, 21 de abril de 2010 // 01:54
Cá estou. Só espero que postar não volte a parecer uma obrigação ao invés de diversão.Quando eu estava na faculdade, só falava da faculdade. Agora que estou trabalhando, é meio obvio que eu vá falar só do trabalho, já que sou
Meu trabalho continua com seus altos e baixos. + Clique para ler o resto
Só sei que eu cansei nesses dias, mas era um cansaço bom, o de alguém que tinha feito algo, não o cansaço, por exemplo, da semana passada, em que eu cansei muito porque fiz pouquíssimo a semana inteira. Nessa semana teve um dia em que eu trabalhei, o resto... humpf! Tipo, eu me dei o trabalho de ficar escrevendo pedaços da letra de Invincible,do Muse, no Twitter, pelo celular, pela simples falta do que fazer. É muito, muito chato ficar encarando as paredes. O único alento é que eu não estava sozinha.
Aí eu já estava com medo dessa semana ser um marasmo igual a anterior, mas até que não. Na segunda, já me deram um troço bem chatinho pra fazer, mas acho que ainda é melhor do que ficar sem fazer nada. E na terça eu passei a manhã num outro treinamento! Hehe Tô ficando craque em treinamentos...
Enfim, às vezes eu adoro trabalhar no IBGE, outras eu detesto. No fim das contas, estou contente de estar lá. Senão por outro motivo, que seja simplesmente pelo fato de estar trabalhando e recebendo no fim do mês, o que é uma grande coisa.
Fora o trabalho, o que posso falar é que não aguento mais esperar pelas datas dos shows do Muse e do 30 Seconds to Mars. Eu quero muito saber se eles vêm! @_@ O twitter da Livraria Saraiva tem uma promoção pra levar uma pessoa pra ver o Muse em Lisboa, mas tipo, a criatura que quiser ganhar tem que fazer um vídeo cantando uma música deles. Esse tipo de promoção exclui muita gente, incluindo eu (essa frase é meio paradoxal, perceberam? 'Exclui incluindo'). Promoção de fazer frase já é um parto, um vídeo então... Mas tudo bem, eu quero ver o Muse aqui em Porto Alegre mesmo, não quero ter que ir pra Portugal pra vê-los.
Ah, e eu preciso falar isso porque fiquei abismada. Lembram que eu falei dos tais Salvados, que vendem coisas bem mais baratas, né? Pois acreditam que eu encontrei num deles o DVD duplo de Harry Potter e o Enigma do Príncipe por R$5,00? Cheguei em casa e catei, catei onde estava o problema, mas até agora não achei nada de errado com o DVD. Não consigo imaginar o motivo pra terem vendido por esse preço. Só sei que agradeço encarecidamente.
Gostei do filme, mas outra hora comento.
Ia esquecendo de contar coisas que aconteceram no meu domingo, que foi movimentado desde bem cedinho.
Lá pelas 5:30h da matina, acordo com um barulho de algo caminhando nas minhas caixas de cartões postais. Vou acordar minha mãe (eu que não ia mexer naquilo sozinha), ela manda eu colocar veneno mas não saiu nada de lá. Quando todo mundo já tá se preparando pra ir dormir de novo, pára um carro aqui na frente e começa uns gritos. Eu fiquei achando que era algum vizinho meu, chegando da noite e querendo aparecer, até que percebo que não... era a polícia! Tinha dois caras, que eu conseguia ver, deitados no chão, 3 carros da polícia e uns 6 policiais interrogando e prendendo os caras. @_@ Essa função levou uma meia hora, e nisso minha mãe diz que viu um rato sair do meu quarto e ir pro dela. Aí começaram a acender luzes e tal... quando era no meu quarto, ninguém tava nem aí, mas tudo bem. E eu já tava com medo da polícia lá na frente ver as luzes acesas, achar que tava acontecendo algo aqui em casa e querer conferir. Foi uma madrugada bem estranha. E eu que precisava dormir bem, porque ia no jogo à tarde...
Bom, fomos ao tal jogo. Oh mai gódi. Foi muito nervoso. Começar perdendo de 2x0 é pra deixar a pessoa louca. Eu só não roí minhas unhas todas porque não tenho esse costume. XD Mas conseguimos virar e ganhar a taça do 2º turno. Agora tem grenal. Que vença
E, pra terminar, alguém me disse esses dias essa frase: "O que é teu tá guardado". Numa conotação boa. Pelo menos espero que tenha sido. De qualquer forma, só sei que eu pensei que se um gigante tivesse um baú e um dragão, chaveasse o baú, engolisse a chave e depois colocasse o dragão a dormir em cima, o que é meu estaria guardado ali dentro. E eu pensei isso e nem fiquei triste, só achei engraçadíssimo.
♫
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it is a truth universally acknowledged, that a single man in possession of a good fortune, must be in want of a wife
domingo, 21 de fevereiro de 2010 // 00:34
Já que fiz o último post sobre não conseguir escrever um post, resolvi juntar toda a minha força de vontade e vir escrever sobre as minhas últimas compras de DVDs.Eu moro perto de dois estabelecimentos comercias, chamados Salvados, que vendem mercadorias que as companhias de seguros salvam de sinistros. Traduzindo e resumindo, eles vendem coisas que lojas normais não conseguiriam vender, seja pelas embalagens estarem danificadas ou os produtos em si terem pequenos defeitos. Mas se você tiver paciência e sorte, encontra coisas que valem, e muito, a pena.
No meu caso, consegui a trilogia completa de De Volta Para o Futuro, em embalagem de colecionador, por R$12,99, num dia e Simplesmente Amor (filme que eu nunca vi mas que minha mãe adora) e Orgulho e Preconceito por R$9,90, os dois!, no outro. Ou seja, 5 filmes por menos de R$23,00. O problema deles são pequenos, quase imperceptíveis, amassados nas embalagens. Os DVDs em si, que é o que importa, estão em perfeitas condições. Pretendo voltar lá seguido para comprar mais, vale bastante a pena. Já estou planejando comprar A Intérprete e Um Tira da Pesada na próxima vez que for lá.
Então, nisso eu consegui, como mencionei, o DVD de Orgulho e Preconceito. Eu adoro os filmes que vi baseados nas obras da Jane Austen, apesar de não ser apaixonada pelos livros dela. O primeiro que li é o menos reconhecido dela, A Abadia de Northanger, mas que eu gostei bem mais do que do segundo que li, Razão e Sensibilidade, que, por sua vez, foi transformado num filme que adoro! ^_^Bom, o motivo real de eu ter mencionado a compra desse DVD foi algo que eu achei nos extras: um final alternativo para o filme nos Estados Unidos. Eu vi o filme pela primeira vez no Telecine, o final era o original e pra mim estava tudo perfeito, era um filme muitíssimo bom, mesmo que o casal principal não tivesse se beijado uma vez sequer. Mas acho que isso é inconcebível para as mentes norte-americanas, eles precisavam de um "final feliz" mais aparente. Quando comecei a ver, fiquei até com medo de ver Lizzie Bennet vestida de noiva enquanto o Mr. Darcy esperava por ela no altar, seria o final ideal para um filme nos EUA. Mas eles se contiveram e fizeram só uma cena meio besta, típica de comédias românticas. Completamente desnecessária, ao meu ver, mas se fez o filme melhor para os norte-americanos, que seja. Só não sei se a Srta. Jane Austen teria gostado muito.
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the number one question is how could you ignore it
terça-feira, 26 de janeiro de 2010 // 00:24
Algum tempo atrás eu matei minha curiosidade de ver dois dos meus atores preferidos no mesmo filme: Jim Carrey e Kate Winslet em Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças. Adorei o filme, a história é boa e os dois estão ótimos.Depois, não muito tempo atrás, descobri que o Jim iria trabalhar com o meu ator mais favoritíssimo de todos: Ewan McGregor. Quando li a sinopse do filme no qual eles contracenam juntos, I Love You Phillip Morris, fiquei boquiaberta. Eles seriam o "par romântico" um do outro!!! *morre*
Aí, hoje, eu vi essa foto.

É de deixar a pessoa sem palavras.
Estou ansiosa pra ver esse filme. Sei que, mesmo que o filme seja sério, vou rir, com certeza, em cenas como essa aí. Não tem como.
♫ Linkin Park - Nobody's Listening ♫
Marcadores: ewan mcgregor, filmes, i love you phillip morris, jim carrey
went full circle 'till i'm nauseous
sábado, 9 de janeiro de 2010 // 00:12
2010Houve uma época em que eu acharia imprescindível vir ao blog, comentar como foram meus Natal e Ano Novo e, principalmente, cumprimentar todo mundo e desejar todas aquelas coisas de sempre. Hoje eu já não consigo mais achar isso importante.
Essas festas perderam um pouco da graça pra mim. Tá, lá na hora ainda tem seu charme, mas logo depois já vem aquele pensamento de "é, pois é, e daí?".
Vocês já perceberam que todo ano é tudo exatamente igual? Todo mundo deseja exatamente as mesmas coisas pra todo mundo, os programas de TV são todos iguaizinhos aos dos anos anteriores, e até as notícias são as mesmas. Se alguém gravasse o Jornal Nacional do dia 31/12/2009, poderia fazer uma experiência bem simples: assistí-lo momentos antes de começar o do dia 31/12/2010. As inserções do Rio de Janeiro, do Nordeste, da Times Square? Tudo igual.
Na verdade, o ano inteiro é passado vendo repetições dos anos anteriores: procissões, carnaval, semana santa... são as mesmas encenações, entrevistas, tudo.
Então, enquanto me via obrigada a ver aquilo porque estava esperando o começo da novela para chamar minha vó para ver, eu me sentia entediada/triste/desesperançosa e só conseguia lembrar de uma música do Green Day:
We're living in repetition
Content on the same old shtick again
Now the routine's turning to contention
Like a production line going over, and over, and over
Roller coaster
Now I cannot speak
I lost my voice
I'm speechless and redundant...
Agora até as tragédias se repetem. Todo ano tem uma coisa diferente pra noticiar: tsunamis, furações, deslizamentos de terra. E as pessoas vêm isso, acham triste, uma tragédia, e não conectam uma coisa à outra. Não pensam que talvez a maneira de mudar a rotina besta em que estamos seja mudando seus próprios pensamentos e atos. Talvez essas sejam as melhores resoluções para o novo ano. Talvez um pouco menos de promessas pra começar regime e um pouco mais de consciência coletiva? Separar o lixo, não desperdiçar água e energia... parece papo de ativista do Greenpeace? Pode ser. Mas os resultados do que nós viemos fazendo com o mundo estão aí pra todo mundo ver. A natureza é muito bonita, importante e tal, mas se as pessoas a maltratam? Ela maltrata de volta.
Aquele negócio lá em Copenhague foi só o resumo do pensamento humano: o que importa é o proveito que se tira de qualquer situação. Se o que eu faço não me prejudica imediatamente, então não é prejudicial de verdade. E também ninguém quer ficar esperando pelo resultado a longo prazo porque, aí, quem vai levar a glória é quem tá lá no momento, e qual a graça disso, não é mesmo? Se a solução é cara e não vai me fazer parecer um herói agora, então não é uma boa solução.
Sei lá por que resolvi escrever sobre isso agora. Talvez porque o blog estava às moscas e eu não tinha nada melhor pra fazer.
Compras
Segundo dia do ano e eu decidi que ia ao supermercado com meus pais. Tudo porque queria comprar o DVD de Stardust, já que onde ia comprar na internet tinha esgotado. Não tem coisa pior do que tentar encontrar alguma coisa específica em meio aos DVDs do Big e do Carrefour. Sinceramente, eles colocam os DVDs um por cima do outro num cestão no meio do corredor! Teve uma época em que só faziam isso com aqueles DVDs mais furrecas, aqueles de promoção, mas agora parece que fazem com todos. Uma baderna. Só perdi meu tempo vasculhando aquelas pilhas: nenhum dos dois hipermercados tinha o bendito DVD. Mas não saí de mãos abanando. Tinha uma promoção da FOX em que você pagava R$19,89 por um DVD e se levasse mais um, pagava apenas R$0,01. Promoção bastante boa, é praticamente "compre um, leve dois". Comprei X-Men 2 e Moulin Rouge!. Meu Ewan lindo cantando! ^_^
O problema é que a questão "Stardust" ainda estava em aberto. Queria me dar esse presente de Natal. hehe No fim, cheguei em casa e fui pra internet. Teve uma época em que eu tinha medo de comprar pela internet, hoje em dia, se der pra ser, prefiro comprar pelo site. O problema é o frete, que encarece o produto, por isso, nesse caso, fui procurar comprar "ao vivo" primeiro. Então, comecei a catar daqui, dali... achei na maioria dos sites por R$19,90, sem o frete, o que era mais do que eu pretendia gastar. Aí achei na Cultura por R$14,20. Já tava fechando a compra quando resolvi pesquisar mais um pouquinho. Achei uma loja chamada ArenaDVD, que vou começar a recomendar, pois adorei comprar dela. O preço foi bom (R$12,90), o site é leve (apesar de não ser bonito), o processo de compra é simples e aparentemente bastante seguro, e a entrega foi super rápida. Comprei no sábado de tarde e na terça de manhã meu DVD já tinha chegado. Ótimo serviço.
E o DVD do filme é super bom. Apesar de ser um DVD simples, tem Making Of, erros de gravação e cenas cortadas. Não gosto de ver making ofs porque ver como o filme foi feito tira toda a magia da coisa, mas foi legal ver a entrevista com o Neil Gaiman intercalada. E os erros de gravação são ótimos, ri um monte. ^_^

Livros
Bom, agora mudando completamente de saco pra mala de novo, li um total de 78 livros em 2009. Bati meu recorde em quase o dobro de livros. Como eu sou viciada em listas, fui fazendo uma no blog onde eu costumava postar textos sobre literatura. Por isso, clicando aqui, você pode saber exatamente quais os livros li no ano passado. Informação super importante.
Esse ano, duvido que consiga chegar perto de um número desses. Já comecei mal: terminei de ler só um até agora, isso que eu tinha começado ainda no ano passado e ele nem era tão grande assim.
Hm, agora eu deveria parar de tagarelar coisas bestas e me concentrar em fazer um layout. Essa bola de Natal não pode ficar aí pra sempre. Editado: yes, there you go, thankyouverymuch.
♫
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tough luck, she had to be a star when i'm just same old me
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009 // 00:36
Filmes baseados em livros: parte III
A vez agora é de Stardust, filme baseado no livro de Neil Gaiman.Nesse eu vou fazer um pouco diferente, já que, ao contrário dos outros filmes dos quais já falei, Stardust não é assim tão famoso, pode precisar de alguma apresentação.
Stardust conta a história de um rapaz chamado Tristan Thorn (no livro é Tristran, mas acharam que ia ser ruim de pronunciar, então tiraram o segundo 'r'
Yvaine, por sua vez, é a estrela que cai na terra e que logo se vê perseguida por vários habitantes de Stormhold e que contará com a ajuda de Tristan para tentar voltar para casa.
Pra falar a verdade, comecei um pouco com o pé atrás. O começo do filme é diferente do do livro, e isso já me deixou mais preocupada ainda, mas à medida que o filme foi se desenrolando, fui vendo que, apesar de ter suas diferenças, o filme em si funciona bem.
Acho que o problema de livros de fantasia adaptados para o cinema está muito no fato de que o filme permite pouca ou nenhuma explicação. Dá pra colocar um narrador, como no caso de Stardust, mas há limite pras coisas que ele pode explicar, enquanto que no livro tudo faz mais sentido simplesmente porque, ao escrever, o autor tem os seus recursos para ser claro e preciso. Nos filmes, as coisas às vezes parecem sair do nada e muitas das vezes só quem leu o livro consegue acompanhar.
De qualquer forma, adorei os cenários e o figurino. Bonitos e apropriados. As personagens, por sua vez, estão muitíssimo bem caracterizadas. A Yvaine é uma personagem que eu adoro (o Neil tem, realmente, jeito pra criar personagens femininas) e gostei de ver a Claire Danes no papel. Não foi perfeito, mas chegou quase, e isso já uma grande coisa.
Até um personagem menor como o Humphrey me surpreendeu, pois foi muito bem feito. (Aliás, pelo ator que a Stephenie Meyer tinha em mente para ser o Edward: Henry Cavill.)
Depois que minha cópia em inglês de Stardust chegar (YIKES!) e eu reler o livro, talvez eu tenha coisas a reclamar do filme, mas com o que retive da história, o filme foi muito bom.
A propósito, os ícones são de minha autoria e farão parte de um post que espero poder fazer em breve. (Uhum, eu nem terminei de selecionar as screencaps ainda, quanto mais começar a fazer os ícones certinho. Se terminar antes do carnaval, já fico feliz.)
♫
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mister cut me some slack, 'cause i don't wanna go back, i want a new day and age
domingo, 22 de novembro de 2009 // 13:26
Filmes baseados em livros: post IIThe Chronicles of Narnia: The Lion, The Witch and The Wardrobe
Ao contrário da maioria dos filmes baseados em livros, que deixam quase todos a desejar, esse filme é o que eu chamo de praticamente perfeita a transição livro/filme. É, certamente, um dos melhores do gênero.Logicamente, o trabalho de transposição é facilitado por o livro ser relativamente curto e ter uma história bastante simples, o que torna a produção de um filme a partir dele algo mais fácil. Mas ainda havia espaço para erros, que felizmente não foram cometidos.
As personagens foram todas bem caracterizadas, com atores que se encaixam com perfeição nos papéis. A bruxa, Tilda Swinton, é quase exatamente como eu a tinha imaginado. A floresta, o fauno, a paisagem, enfim, tudo é bastante fiel à obra escrita por C. S. Lewis.
Ainda não tive a oportunidade de ver Prince Caspian, mas se seguiu a linha do primeiro filme, com certeza está bem feito.
Existem outros dois filmes que eu gostaria de falar sobre mas que ainda não tive a oportunidade de ver também: Stardust e The Golden Compass, baseados em livros de Neil Gaiman e Philip Pullman, respectivamente. Stardust é um dos meus livros preferidos, por isso tenho um pouco de receio de ver o filme e me decepcionar. Já The Golden Compass é o primeiro livro de uma série que gostei muito, mas esse livro em si não é o melhor da série. E me foi dito que não é um bom filme, por isso também hesito em vê-lo.
Há também Coraline, também baseado em uma obra de Neil Gaiman. Porém, esse sendo animação, muda um pouco o aspecto das coisas, já que na animação tudo é mais "fácil" de se conseguir. Também não vi esse ainda.
Exitem muitos outros filmes baseados em livros, provavelmente outros sobre livros que li e gostei, mas não lembro de nenhum no momento. Portanto, os próximos posts trarão, inevitavelmente, um texto sobre a versão cinematográfica de Twilight (e possivelmente New Moon, que pretendo ir ver na próxima semana) e outro sobre livros de Holly Black e Libba Bray, outras obras que eu gostaria de ver transformadas em filmes.
♫ The Killers - Neon Tiger ♫
Marcadores: crônicas de nárnia, filmes, filmes baseados em livros
talking to myself again, this time i think i'm getting through
terça-feira, 20 de outubro de 2009 // 23:31
Primeiro de uma (possível) série sobre livros e suas versões cinematográficas.Harry Potter e a Ordem da Fênix:
Não faz muito tempo que vi o quinto filme da série, pela primeira vez. Levei muito tempo pra ver e depois de ter visto não me arrependi de não tê-lo feito antes.
Aquilo é uma desculpa esfarrapada de filme, muito mal feito. Não tem sequência, só um monte de cenas, uma atrás das outras, que, imagino pra quem não leu o livro, faz pouco sentido.
Alguém usaria como desculpa que o livro é muito longo e que aí já começa o problema. Sim, o livro é longo e talvez não houvesse como trasformá-lo num filme perfeito, mas tenho minhas dúvidas se não havia como fazer um filme decente, pelo menos.
Começaria por fazer um filme mais longo. Fizeram um com um pouco mais de 2 horas, poderia ter 3. É muito tempo? O último filme da trilogia Senhor dos Anéis tem mais de 3 horas e ninguém, que eu saiba, reclamou de ser longo demais. Aliás, eu não me importaria dele ser ainda mais longo, para o Peter Jackson colocar os pequenos detalhes que faltaram. De qualquer forma, Harry Potter e a Ordem da Fênix poderia ter, no mínimo, mais meia hora de duração, o que, com certeza, permitiria fazer um filme melhor.
Porém, levando-se em conta que há no filme cenas completamente dispensáveis que foram alongadas mais do que o necessário, como o voo da casa dos Dursley até Grimmauld Place, imagino que uma duração maior só abriria mais espaço para coisas sem sentido.
Outro motivo para o filme ser ruim são as mudanças inexplicáveis na trama. Pequenas alterações que não fazem diferença para o desenvolvimento do filme, mas que mesmo assim foram mudadas, fazendo com que a coisa toda perdesse um pouco do sentido. Um exemplo é terem cortado a amiga da Cho que delata a Ordem, fazendo com que, no filme, quem dê com a língua nos dentes seja a própria Cho. Outra é terem dado falas de uma personagem para outra.
Uma das poucas coisas boas do filme foi Dollores Umbridge. A caracterização da personagem foi bastante boa, imagino que ninguém a tenha imaginado muito diferente daquilo. Ela é central nessa história da série e foi bem representada. Porém, talvez não fosse preciso se fixar tanto na tirania dela e nos muitos decretos que ela colocou em prática. Aí teríamos mais tempo para desenvolver melhor as outras tramas.
A melhor cena é a escapada de Fred e George. É uma cena marcante da série e foi bem feita. Acontece que, por sua vez, a cena mais importante foi completamente estragada ao ser, como todo o filme, apressada. Bellatrix Lestrange matando Sirius Black não recebeu o tratamento merecido, passando correndo, apertada no meio de tantas outras cenas.
Enfim, posso dizer com segurança que é o pior filme que vi da série. Ainda não vi Harry Potter e o Enigma do Príncipe, e confesso que estou com medo de ser tão ruim quanto o seu antecessor.
♫ Oasis - Born on a Different Cloud ♫
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it's a strange sensation, i'm almost happy
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008 // 02:57
Então, ainda não tive resposta dos inúteis que trabalham na COMGRAD da Letras sobre os créditos complementares. Estou começando a ficar cada vez mais com raiva, porque nem pra dar explicações esse pessoal serve!
E por causa desses créditos, vou me matricular numa cadeira chamada Explorando o Universo: dos Quarks aos Quasares. Não, eu não vou mudar de curso, mas acho que vou encarar essa cadeira da Física, não só pelos 2 créditos mas também pelo fato de ser algo que me interessa. Eu sempre digo que se não fosse por toda a física e matemática envolvidas no processo, eu adoraria ser astrônoma! XD Só espero que não seja muito difícil, ou vou ser obrigada a cancelar. x_x
O pior é que o período de matrícula já começou e eu ainda não fiz a minha porque tem uma bendita caixinha lá que pergunta "provável formando em 2008/1" e agora com esse negócio dos créditos a mais eu já não sei se sou provável formanda. Ai, que ódio! >_<
Vou comentar um filme! Sim, a menina que não vê filmes vai ter a audácia de falar de um.
Título original: Ace in the Hole
Ano: 1951
Diretor: Billy Wilder
O filme conta como um jornalista, procurando por algo pra elevar sua carreira, transforma um acidente, no qual um homem fica preso em uma caverna, num circo.
O filme é bem interessante por dois motivos: primeiro é ter um protagonista estilo anti-herói, alguém que, ao invés de passar por problemas, ele mesmo os cria; e também porque dá pra ver que, mais de 50 anos atrás, já havia essa preocupação com a mídia tentando de tudo pra transformar tragédias em histórias interessantes e que vendam jornal.
Até gostei do filme, mas como é bem antigo, há coisas que já parecem ridículas hoje em dia. E o que mais me irrita em filme mais antigo é como as atuações, na maior parte das vezes, beiram ao dramalhão. Os atores pareciam interpretar pensando no impacto dramático ao invés de tentarem agir como se aquilo realmente estivesse acontecendo com elas, o que, realmente, me faz querer rir/desligar a tv.
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burnt to the core but not broken
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008 // 02:52
Eita que tô sofrendo pra arrumar esse blog. É difícil quando se está enferrujada como eu. Andei visitando uns blogs lindos e as coisas mudaram muito. Pode-se dizer que eu meio que parei no tempo com o meu, mas eu prefiro dizer que ele é vintage. ^_~
Voltei a fazer ícones. Vira-e-mexe eu sinto vontade de fazer essas coisinhas inúteis. Talvez comece a usar eles aqui, só pra dar um uso pra esses singelos gráficos que eu me esmero fazendo.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2002 // 00:23
Mais um dia passado sem fazer nada...Terminei ontem de baixar o primeiro arquivo do filme Casamento Grego. Não ia ver até ter o segundo arquivo também, mas quem disse que consegui agüentar? Vi 45 minutos e gostei... Agora esperar pra ver o resto vai ser chato. Acho que só no domingo termina de baixar o outro arquivo.
Bom, por causa dessa p*rra de jogo não vi o CSI. Que m*rda! Fico irritada mesmo com isso. E o Juventude nem pra não levar gol desses pragas serve. E depois se acham no direito de se chamarem matriz... Não, são a filial mesmo!
Que mais? Minha mãe quer que eu vá com meu pai na casa da minha vó durante a semana... Eu não quero... Sei lá, eles são legai lá, eu gosto deles, mas não me sinto bem, ainda mais sem ela.
Eu tinha um texto pra postar aqui, mas não sei onde meti... vou ter que procurar
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domingo, 6 de outubro de 2002 // 00:31
Eu acordei hoje e não me dei conta de que era sábado... só quando eu liguei o rádio e não ouvi o programa usual da semana é que eu vi que dia era hoje. Incrível como a gente pode se perder no tempo.De qualquer jeito, o TeleCine Premium passou Moulin Rouge hoje. Foi a primeira vez que vi, mesmo sendo uma fã louca do Ewan McGregor, porque nunca esperei muito de um musical, não é o meu tipo de divertimento. Mas não foi exatamente o que eu imaginava que seria e eu gostei do filme. Me lembrou Romeu+Julieta o que se explica por terem ambos sido dirigidos pelo mesmo Baz Luhrman.
Um filme sem final feliz. Eu sempre gosto mais desses... por serem mais escassos? Talvez por terem mais a ver comigo.
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